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DEUS PROSPERA OS QUE FAZEM SUA OBRA PROSPERAR

Em 1Timóteo 6.10, lemos. “Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se transpassaram a si mesmos com muitas dores”.

Ora, se o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males, o desapego ao dinheiro, empregando-o na obra de Deus, é a raiz de toda espécie de bens.

Todo homem ou mulher que abriu o coração e deu o que tinha para Deus, recebeu em troca muito mais. Isto é uma lei espiritual e nunca mudou.

O povo judeu sempre foi generoso para a obra do Senhor e, por isto, foi e ainda é o povo mais rico do mundo.

Abraão deu o dízimo e prosperou. O povo de Deus deu mais do que era necessário para o templo, e prosperou.

Provérbios 3.9,10, diz, “Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de mosto os teus lagares”.

Provérbios 11.25 confirma. “A alma generosa engordará, e o que regar também será regado”.

Escrevendo a Timóteo, Paulo envia um mandamento que só pode ser aplicado, se pensarmos em membros da igreja. É o tipo de mandamento que não pode ter sido enviado para pessoas não crentes. Eis o que ele diz em 1 Timóteo 6.17-19.

“Manda aos ricos deste mundo que não sejam orgulhosos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos; que façam bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunicativos; que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna”.

Gálatas 6.6 é um mandamento que precisa ser cabalmente cumprido. “O que é instruído na Palavra, reparta DE TODOS OS SEUS BENS com aquele que o instrui”.

A viúva de Sarepta de Sidom, quase morta de fome, deu primeiro comida ao profeta de Deus. Dali em diante nunca mais lhe faltou mantimento.

A sunamita estéril, quando viu passar Eliseu, pediu a seu marido para fazer um quarto para o homem de Deus. Por causa disto, além de Deus dar-lhe um filho, prosperou seu caminho.

Ananias e Safira negaram sua contribuição à igreja e morreram aos pés do ministro. Muitos hoje, que fazem isto, não morrem fisicamente, mas cristalizam-se em uma vida estéril e inútil.

Abraão deu seu próprio filho a Deus e, além de tê-lo recebido de volta, recebeu de Deus grandes riquezas.

A mulher de Ló recusou-se a seguir os anjos porque não queria deixar suas grandes riquezas em Sodoma.

Jesus mostrou uma chave espiritual infalível e gloriosa em Lucas 6.38. “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço”.

Como entender o que Jesus disse em Mateus 6.19,29?

“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam”.

Como ajuntar tesouros no céu? Colocando seus bens na obra de Deus.

Quando Deus mandou fazer o tabernáculo, o povo foi tão movido pelo Espírito Santo, que aconteceu o que está descrito em Êxodo 35.29 e 36.6,7.

“Todo homem e mulher, cujo coração voluntariamente se moveu a trazer alguma cousa para toda a obra que o Senhor ordenara se fizesse pela mão de Moisés, aquilo trouxe os filhos de Israel por oferta voluntária ao Senhor”.

“Então mandou Moisés que fizesse passar uma voz pelo arraial, dizendo. Nenhum homem nem mulher faça mais obra alguma para oferta alçada do santuário. Assim o povo foi proibido de TRAZER MAIS. Porque tinham matéria BASTANTE para toda a obra que havia de fazer-se, e AINDA SOBEJAVA”.

No conserto do templo, veja o que aconteceu.

“Então todos os príncipes, e todo o povo se alegraram, e trouxeram a oferta e a lançaram na arca, até que acabaram a obra”. (II Crônicas 24.10)

Jesus disse que a pessoa não podia servir a Deus e às riquezas. (Mateus 6.24)

Salomão disse. “Quem ama o dinheiro, jamais dele se farta; e quem ama abundância nunca se farta da renda”. (Eclesiastes 5.10)

Em Lucas 12.15, Jesus falou. “Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui”.

Depois disto Jesus contou a parábola do rico insensato que recolheu todos os seus bens e morreu sem poder desfrutá-los. Jesus concluiu esta parábola com a seguinte aplicação.

“Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus”.

Escrevendo aos coríntios, Paulo descreve com clareza quais são os deveres dos ministros e quais são as responsabilidades daqueles que são por eles orientados.

“Não temos nós direito de comer e beber”? Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? Quem jamais milita à sua própria custa? Se nós semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?

Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim “ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, QUE VIVAM DO EVANGELHO”. (I Coríntios 9.4,6,7,11,13,14)

Sabemos que Paulo não usou deste direito com os Coríntios, mas na última epístola que para eles escreveu, Paulo chegou a pedir-lhes perdão por isto. Disse também que aquela igreja era INFERIOR às outras, por não ter ofertado e dado dízimos para o ministério dele. Veja o que diz o texto.

“Porque, em que tendes vós sido INFERIORES às outras igrejas, a não ser que eu mesmo VOS NÃO FUI PESADO? Perdoai-me este AGRAVO”. (II Coríntios 12.13)

Referindo-se às igrejas da Macedônia, veja o que falou o apóstolo.

“Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia; como em muita prova de tribulação houve abundância de seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em RIQUEZAS DA SUA GENEROSIDADE. Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo ACIMA DELAS, se mostraram voluntários”. (II Coríntios 8.1-3)

Na mesma epístola Paulo apresenta a gloriosa chave da prosperidade.

“E isto afirmo. Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará”. (II Coríntios 9.6)

Davi amava ao Senhor e, na hora de fazer a obra do templo, ele disse.

“Porque amo a casa de meu Deus, o ouro e a prata particular que tenho, dou para a casa do meu Deus, afora tudo quanto preparei para o santuário. três mil talentos de ouro, do ouro de Ofir (o melhor), e sete mil talentos de prata purificada, para cobrir as paredes da casa”. (I Crônicas 29.3,4)

A viúva pobre deu mais do que todos, porque deu TUDO o que possuía, quando os ricos somente davam do que lhes sobrava.

Vejamos, agora, uma série de textos que falam a respeito da ajuda aos irmãos menos favorecidos das igreja.

“O que dá ao pobre não terá necessidade, mas o que dele esconde os seus olhos será cumulado de maldições”. (Provérbios 28.7)

“Ora, aquele que possui recursos deste mundo e vir a seu irmão padecer necessidade e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?” (I João 3.17)

“Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa, e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser. Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem contudo, lhes dardes o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?” (Tiago 2.15,16)

Na lei de Deus, se alguém ficasse devendo o dízimo a Deus, resgatando para pagar depois, no momento em que fosse pagar teria que acrescentar a quinta parte sobre o que resgatara, ou seja 20% a mais (Levítico 27.30,31).

Quando a rainha de Sabá veio aprender de Salomão, veio com uma mui grande comitiva de camelos carregados de especiarias; e ouro em abundância e pedras preciosas. (II Crônicas 9.1-12)

A verdadeira conversão traz uma conotação de morte para o mundo. Ora, se a pessoa morreu para o mundo, morreu também para a avareza e a ganância, pois o cristão nominal é dono dos seus bens, mas o cristão verdadeiro não os possui, pois todos pertencem ao Senhor.