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Como superar a morte do ente querido 

Louvando o Senhor o tempo todo e o adorando, você receberá do Espírito Santo o conforto para apagar a lembrança do passado. 

Ele mesmo substituirá o sentimento de saudade e tristeza pela alegria e prazer, pois, será cheio do Espírito consolador. Não deixe o coração vazio ou preenchido com sentimentos de aflição e angustia. O Diabo se aproveita destas oportunidades para te provocar o desanimo, perder a fé e te enfraquecer. Preencha o coração o tempo todo com a palavra e logo você ficará livre porque é fase. Assim ele não terá como trabalhar na sua mente.

E buscou Davi a Deus pela criança; e jejuou Davi, e entrou, e passou a noite prostrado sobre a terra. Então os anciãos da sua casa se levantaram e foram a ele, para o levantar da terra; porém ele não quis, e não comeu pão com eles. E sucedeu que ao sétimo dia morreu a criança; e temiam os servos de Davi dizer-lhe que a criança estava morta, porque diziam: Eis que, sendo a criança ainda viva, lhe falávamos, porém não dava ouvidos à nossa voz; como, pois, lhe diremos que a criança está morta? Porque mais lhe afligiria. Viu, porém, Davi que seus servos falavam baixo, e entendeu Davi que a criança estava morta, pelo que disse Davi a seus servos: Está morta a criança? E eles disseram: Está morta. Então Davi se levantou da terra, e se lavou, e se ungiu, e mudou de roupas, e entrou na casa do SENHOR, e adorou. Então foi à sua casa, e pediu pão; e lhe puseram pão, e comeu. E disseram-lhe seus servos: Que é isto que fizeste? Pela criança viva jejuaste e choraste; porém depois que morreu a criança te levantaste e comeste pão. E disse ele: Vivendo ainda a criança, jejuei e chorei, porque dizia: Quem sabe se DEUS se compadecerá de mim, e viverá a criança? Porém, agora que está morta, porque jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim. Então consolou Davi a Bate-Seba, sua mulher, e entrou a ela, e se deitou com ela, e ela deu à luz um filho, e deu-lhe o nome de Salomão; e o SENHOR o amou. E enviou pela mão do profeta Natã, dando-lhe o nome de Jedidias, por amor ao SENHOR. 2 Samuel 12.15-24
Morte de um ente querido – Como superar a dor de uma grande perda? Um dos momentos mais delicados na vida da gente é quando alguém que amamos morre… Quando o jejum e a oração não surtem nenhum efeito, quando a morte se instala sem a esperança da ressurreição, quando a perda é inevitável, quando a dor é real e sem saída, quando perdemos e perdemos mesmo… o que fazer para superar a dor da perda? Um episódio na vida de Davi nos ajuda a fazer o certo quando tudo dá errado. Vamos analisar como Davi agiu, depois de ter perdido um filho que tanto desejou ver crescer e, quem sabe, se tornar Rei em seu lugar. Como fazer quando quem mais amamos morre?
Seja valente! Então Davi se levantou da terra!

1 – Não descuide de sua aparência! E se lavou, e se ungiu, e mudou de roupas!

2 – Adore ao Senhor! E entrou na casa do SENHOR, e adorou!

3 – Não descuide de sua saúde! Então foi à sua casa, e pediu pão; e lhe puseram pão, e comeu.

Seja realista, crendo na promessa de vida eterna! E disse ele: Vivendo ainda a criança, jejuei e chorei, porque dizia: Quem sabe se DEUS se compadecerá de mim, e viverá a criança? Porém, agora que está morta, porque jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim. Console e ampare quem sofre tanto ou mais que você! Então consolou Davi a Bate-Seba, sua mulher!

Creia que, no Senhor, dias melhores virão! Então consolou Davi a Bate-Seba, sua mulher, e entrou a ela, e se deitou com ela, e ela deu à luz um filho, e deu-lhe o nome de Salomão; e o SENHOR o amou. E enviou pela mão do profeta Natã, dando-lhe o nome de Jedidias, por amor ao SENHOR.

Às vezes, tem situações nesta vida que não tem jeito, a não ser a certeza da dor. Nesses momentos, quando a morte se instala, dói demais. A saída é saber que, no Senhor, tem saída e que, no tempo Dele, até a morte será aniquilada.

Os fardos que carregamos podem não ter nenhuma relação com queda moral. Eles podem vir de qualquer calamidade da vida. Uma das piores provações para a alma é a morte de uma pessoa amada. Tal perda pode nos deixar excessivamente sobrecarregados e prisioneiros do passado. A história do pai de Abraão, Terá, nos dá um quadro claro de um homem que não pôde superar a perda de uma pessoa amada.

Terá teve três filhos: Abrão, Naor e Harã. A Bíblia nos diz que “morreu Harã estando seu pai Terá ainda vivo” (Gen. 11:28). Perder seu filho pode gerar um sofrimento terrível no coração; tê-lo morto em seus braços pode ser completamente devastador.

Por essa razão, Terá pegou sua família e deixou Ur dos Caldeus em busca de um novo destino em Canaã. No caminho, contudo, Terá teve de passar por uma cidade com o mesmo nome do seu filho falecido, Harã. Ao invés de continuar a jornada para Canaã, as Escrituras dizem que Terá “f oi até Harã e lá habitou” (vers. 31).

Sentir saudades de uma pessoa que morreu é normal. Contudo, as tragédias da vida também têm uma maneira de nos obrigar a uma falsa lealdade que nos proíbe de nos libertar de nossa dor. Sem perceber, um rosto no aeroporto ou uma canção no rádio que toca nossos corações e, de repente, somos vencidos pela tristeza. Quão rapidamente entramos de novo no lugar de nossa mágoa, como é fácil permanecer lá!

“ E Terá morreu em Harã” (vers. 32). Terá não só permaneceu em Harã, ele morreu lá. A palavra é profética e significante. Talvez foi um falso sentimento de culpa que o manteve refém: Se apenas eu tivesse feito isso ou aquilo, ele não teria morrido! Qualquer que fosse a razão, Terá foi incapaz de superar a morte de Harã.

Temos de ver que, por mais dolorosa que seja a perda da pessoa amada, não podemos permitir que a ferida do passado anule o que Deus tem para nós no futuro. Ainda que entremos mancando, não podemos permanecer em algo que esteja fora de nosso destino. A graça de Deus está aqui agora. Com o Seu auxílio, temos de escolher prosseguir na jornada para Canaã ou também morreremos em Harã.

UM TEMPO DE CURA

Essas duas coisas, fracassos e tragédias pessoais, podem colocar fardos cruéis de opressão e culpa sobre nossas almas. A resposta de Deus para nossa necessidade é que, além de nos perdoar os pecados, Ele fez cair sobre Cristo “ a iniqüidade de nós todos” (Is. 53:6 1 ). Quer seja justificada ou não a nossa culpa, ela deve ser retirada de nossos ombros e colocadas em Cristo.

Hoje, um renovo está acontecendo em várias partes do mundo; Deus está restaurando a alegria de Seu povo. Muitos dos quais o Senhor tocou, foram oprimidos – talvez como você esteja – por fracasso moral ou tragédia. Em cada lugar onde, uma vez, as nossas esperanças adiadas produziram enfermidades no coração, Cristo está aqui para “ restaurar os contritos de coração” (Is. 61:1). Onde a tristeza e o peso reinaram, Ele dá uma “ coroa em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado” (Is. 61:3). Freqüentar a igreja não será mais uma penitência por seus fracassos. A partir de agora, você entrará pelas Suas portas com ações de graça. De fato, para cada cristão que está lutando com um fardo insuportável, o Senhor diz: “você ainda é minha Noiva”.

Realmente, falando dos vales de problemas, o Senhor tem dito: “eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração, e lhe darei as suas vinhas dali, e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade” (Os. 2:14-15).

A frutificação da bênção de Deus, de hoje em diante, crescerá em sua vida. E no “ Vale de Açor”, a cena de suas feridas mais profundas ou de seus piores fracassos, o Senhor tem colocado uma “ porta de esperança”. O Seu objetivo não é nada mais que restaurar em você a canção do Senhor, para que você possa cantar novamente “ como nos dias de [tua] mocidade”.

Pergunta: “Há um ano morreu nosso querido pai, que era um filho de Deus, com mais de 70 anos. Nossa mãe é também uma filha de Deus. Ambos eram muito ligados entre si. Desde que meu pai faleceu, após longa enfermidade, a nossa mãe não tem conseguido superar isso. Primeiro ela procurou pôr a culpa nos médicos, depois em si mesma. Ela continua indo ao cemitério quase diariamente e lá passa longo tempo ao lado da sepultura do pai. Por este e outros motivos estamos cada vez mais preocupados com ela. Como podemos ajudá-la?

Resposta: Quanto mais feliz foi ou é um matrimônio, tanto mais dolorosa é a despedida, a separação! Isto também vale para pais que perderam um filho amado e para filhos que têm de entregar seu pai ou sua mãe. Tristeza não é pecado. O Senhor Jesus também chorou junto à sepultura do seu amigo Lázaro (Jo 11.35-36). Luto e tristeza fazem parte da última despedida, pois não somos robôs insensíveis, mas pessoas que têm uma alma. Da superação de uma perda tão grande faz parte, quase sempre, o questionamento de muitas coisas. Mas, em meio à maior dor, os filhos de Deus deveriam ter em mente o seguinte:

Em última análise, ninguém morre de alguma enfermidade, de acidente ou por qualquer outra razão, mas pela vontade de Deus. Em outras palavras: somente o Senhor determina quando uma vida chega ao fim, pois está escrito: “Nas tuas mãos, estão os meus dias” (Sl 31.15). Por favor, leia também Salmo 139.16, Salmo 90.5 e Eclesiastes 3.1-8. Nós – e também nossos entes queridos – não estamos entregues à própria sorte, mas estamos nas mãos do Deus vivo! Na verdade, desde a queda no pecado, a morte faz parte da vida, mas somente o Senhor determina a hora do fim da nossa existência.

Em seguida, seria importante chamar a atenção da sua mãe para 2 Coríntios 1.3ss. Deus é um Deus de “toda consolação”, que consola os Seus, mas Ele somente pode fazê-lo se o quisermos! Por este motivo, pessoas enlutadas sempre deveriam ter em mente não confundir o luto por um ente querido com auto-compaixão, pois a auto-compaixão sempre é destrutiva e não tem promessa de consolo. A disposição de receber o consolo de Deus se manifesta no fato de aceitarmos os caminhos de Deus, mesmo que não os entendamos! Deus não espera que reprimamos as nossas lágrimas, Ele espera que digamos: “Senhor, o teu caminho é santo (conf. Sl 77.14), e por isso me submeto à Tua vontade e ao Teu desígnio”. Quem faz isto sinceramente se aquieta interiormente e recebe o consolo e a ajuda de Deus!

Aquele, porém, que se rebela contra a vontade de Deus e, consciente ou inconscientemente, tenta ultrapassar os limites entre os vivos e os mortos, tendo “contato” com algum falecido após a sua morte (por exemplo, falando com ele), não somente se torna culpado diante de Deus, que estabeleceu estes limites, mas prejudica seriamente a si mesmo (depressões, influência oculta, etc.).

Que o Senhor lhe dê muita graça para falar com sua mãe com muita sabedoria e amor – e que ela se volte para o “Deus de toda consolação” e seja consolada ricamente! Este desejo sincero se estende de todo o coração.

VEJA MAIS NAS PASSAGENS BÍBLICAS DESCRITAS ABAIXO

Como enfrentar a morte de um ente querido
Jó 19:25-27
João 11:25-27     14:16
Romanos 8:31-39   14:1-7
1 Tessalonicenses 4:13-18

Como se fortalecer
Salmos 46 e 138
Isaias 40:27-31 e cap 51,12,16
Efésios 6:10-20
2 Tessalonicenses 2:16,17
2 Coríntios 5:4-7
Filipenses 4:13,19 

Mostra-se deprimido?
Salmos 16,43,130
Isaias 61:1-4
Jeremias 15:10-21
Lamentações 3:55-57
João 3:14-17
Efésios 3:14-21

Está desanimada?
Salmos 34
Isaias 12:1-6
Romanos 15:13
2 Coríntios 4:16-18
Filipenses 4:10-13
Colossenses 1:9-14
Hebreus 6:9-12