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 Adventistas do 7º dia

I – Origem e História dos ASD.

1) A Segunda Vinda de Cristo Segundo os ASD.

  • Inicialmente foi fixada data de 21/03/1843, sobre a seguinte doutrina:
  1. O Cristo voltará de maneira pessoal e visível nas nuvens do céu, por volta do ano 1843;
  2. Os justos ressuscitarão incorruptíveis e os vivos serão transformados para a imortalidade, sendo levados para reinar com Cristo na “nova terra”;
  3. A terra será destruída pelo fogo;
  4. Os ímpios serão destruídos, e seus espíritos, conservados em prisão até sua ressurreição e condenação;
  5. O milênio ensinado na bíblia eram os mil anos que se seguiram à ressurreição.
  6. Nada acontecendo, a data foi mudada para 21/03/1844.
  7. Novamente a data fora mudada, agora para 22/10/1844.

2) O Cálculo do Dia do Arrebatamento

  • Como Willian Miller chegou à data de 21/03/1843?

Obs.: Tudo foi baseado num estudo errado de Dn 8.14.

  1. O santuário era a terra;
  2. A purificação se faz pelo fogo, logo, a terra seria purificada pelo fogo da vida de Jesus (2Pe 3.9,10);
  3. As 2300 tardes e manhãs foram interpretadas como dias, valendo cada dia um ano;
  4. O ponto de partida era o ano457 AC(cf. Dn. 9.25 e Ed. 7.11-26);
  5. Quando não se deu a volta de Jesus em 1843, aumentou-se um ano, considerando que tinham decorrido apenas 2.299 anos de457 ACaté 1843, ficando assim 22/10/1844 como data definitiva.

2.1. A Interpretação Correta de (Dn. 8.14)

  1. O carneiro com duas pontas (v.3) representava o rei da Média e Pérsia (v.20);
  2. O bode (v.5) representava o rei da Grécia (v.21);
  3. A derrota que o pode infringiu ao carneiro representava a vitória da Grécia sobre a Média e Pérsia;
  4. A quebra da ponta notável e o surgimento das outras quatro pontas do bote (v.8) indicam a morte de Alexandre, o Grande, e a posterior divisão do Reino entre seus quatro generais (v.22);
  5. A ponta pequena que saiu de uma das pontas (v.9 – um rei feroz de cara – v.23), e Antíoco Epifânio (v.11-12);
  6. Antíoco Epifânio, governador da Síria entre 175 e164 AC, profanou o santuário (v.11) e substituiu os sacrifícios prescritos na lei por sacrifícios pagãos (vd. 1 Mb 1.21-24; cf Nm 28.1-3);
  7. O santuário foi purificado depois de 1150 dias, ou seja, os 2300 tardes e manhãs (cf. 1 Mb 4.36-58).

II – O Juízo Investigativo – ou Redenção Incompleta

” Antes que se complete a obra de Cristo para a retenção do homem, há também uma expiação para tirar o pecado do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nossos Sumo Sacerdote entrou no Lugar Santíssimo para efetuar a última parte de sua solene obra – purificado o Santuário ( O Conflito dos Séculos, p.240).”

Refutação:

Há aí um erro triplo: o tempo, o lugar e a obra de redenção.

  1. O tempo: usando sua forma de interpretação para as 2300 tardes e manhãs de Dn 8.14 seria445 AC(cf. Ne 2.1-8 e Dn 9,25) e não457 ACo ano para a base de cálculo.

Obs: houveram dois decretos ligados à reconstrução de Jerusalém. Um em457 AC, de embelezamento do templo e restauração do culto, a cargo de Esdras (Ed 7). O outro foi o da reconstrução dos muros e portanto da cidade, a cargo de Neemias. É deste que deveriam tratar; o qual fora baixado em445 ACpor Atarxerxes Longímano.

  • 2300 tardes e manhãs equivalem literalmente a 1150 tardes + 1150 manhãs, o que equivale a 1150 dias, porque uma tarde e uma manhã eram um dia, no sistema judaico de contar os dias (Gn. 1.5).
  • 1150 dias formam o tempo decorrido entre a profanação do templo por Antíoco Epifânio, e sua purificação por Judas Macabeus, em165 AC.
  1. O lugar: Jesus entrou no santuário celestial 40 dias após sua ressurreição (At 1.3), e não em 22/10/1844. A epístola aos hebreus, escrita em 63 DC já declarava ter Cristo entrado no Santo dos Santos (Hb 6.19,20; 7.23-28; 8.1,2; 9.1-14,24-26; 10.19,20).
  2. Redenção: a obra de redenção foi realizada de uma vez por todas na cruz; não ficou incompleta. Quando Cristo subiu ao céu ela estava definitivamente terminada (Hb.1.3; 9.24-28)


III – Os Pecados Colocados Sobre Satanás – o Bode Emissário

Quando, portanto, os dois bodes eram postos perante o Senhor no Dia da Expiação, representavam Cristo e Satanás… Satanás não somente arrastou o peso e o castigo dos seus próprios pecados, mas também o peso e o castigo dos pecados das hostes dos remidos, os quais foram colocados sobre ele, e também de sofrer pela ruína de almas por ele causadas”. (O Ritual do Santuário, pp. 168 e 315).

Como sacerdote, ao remover dos santuários os pecados, confessava-os sobre a cabeça do bode emissário, semelhantemente Cristo porá esses pecados sobre Satanás, o originador e instigador do pecado… quando Cristo, pelo mérito de seu próprio sangue, remover do santuário celestial os pecados de seu povo, ao encerrar-se o seu ministério, ele os colocará sobre Satanás que, na execução do juízo, deverá arrostar a pena final” (O Conflito dos Séculos, pp. 421 e 489).

Refutação:

  • Segundo o ensino dos ASD:
  1. Satanás terá de levar sobre si os pecados dos remidos e expiá-los, tornando-o assim co-redentor.
  2. O próprio Satanás terá de ser um dia aniquilado para que os pecados dos crentes sejam também cancelados.
  • Segundo o ensino da Bíblia:
  1. Os nossos pecados foram colocados sobre Jesus (Jo 1.29; 1Pe2.24; Is 53.4-6,11; Mt 8.16,17; 1Pe 3.18).
  2. Satanás será castigado pelos seus pecados (Mt 25.41).
  • Analizando Lv 16.5,10:
  1. São apresentados dois bodes para expiação dos pecados;
  2. Não era só o bode expiatório que fazia expiação pelo pecado. Eram os dois bodes (Lv 16.10).
  3. Azazel pode ser traduzido por “afastamento”, “remoção” ou “emissário”.

IV – O Sono da Alma ou a Imortalidade e Incondicional

 “O que o homem possui é o ‘fôlego de vida’ (do que dá animação ao corpo), que ele é retirado por Deus, quando expira. E o fôlego é reintegrado no ar, por Deus, mas não é entidade consciente ou homem real como querem os imortalistas” (Sutilezas do Erro, pp. 217).

Refutação:

  1. O espírito não morre, nem dorme com a morte do homem (Mt 10.28; Ec 12.17).
  2. O espírito separa-se do corpo por ocasião da morte do homem (Lc 20.37,38; 23.43; At 7.59).
  3. O espírito continua vivo, inconsciente, e com todas as suas faculdades ativos depois da morte, seja ímpio o justo (Lc. 16.19-31; Ap 6.9-11; 2Co 5.6-8; Hb 12.23; 2Co 12.2-4; Fp 1.21-23).
  4. Dormir refere-se ao corpo (Mt 27.52) e não à alma (Dt.34 5,6; comp. Mt.17.1-3).

V – A Guarda do Sábado

Segundo a senhora Hélen White disse ter recebido uma “revelação”, segundo a qual Jesus descobriu a arca do concerto e ela viu dentro as tábuas da lei. Para sua surpresa, o quarto mandamento estava no centro, rodeado de uma auréola de luz. (lv. Adventistas p. 42).

Refutação:

  • O Novo testamento repete pelo menos:
  • 50 vezes o dever de adorar só a Deus;
  • 12 vezes a advertência contra a idolatria;
  • 4 vezes a advertência para não tomar o nome do Senhor em vão;
  • 6 vezes a advertência contra o homicídio;
  • 12 vezes a advertência contra o adultério;
  • 6 vezes a advertência contra o furto;
  • 4 vezes a advertência contra o falso testemunho;
  • 9 vezes advertências contra a cobiça.

Em nenhum lugar no entanto é encontrado no N. T. o mandamento de se guardar o sábado.

Jesus Violou o Sábado.

  • Teve seu nascimento prometido segundo a lei (Dt. 18.15);
  • Nasceu sob a lei (Gl. 4.4);
  • Foi circuncidado segundo a lei (Lc 2.21);
  • Foi apresentado no templo segundo a lei (Lc. 2.22);
  • Ofereceu sacrifício no templo segundo a lei (Lc 2.24);
  • Foi odiado segundo a lei (Jo 15.25); de
  • Foi morto segundo a lei (Jo 19.7);
  • Viveu, morreu e ressuscitou segundo a lei (Lc 24. 44,46); a
  • Apesar de ter cumprido toda a lei, foi perseguido por causa do sábado (Jo 5.16-18).